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Pesquisa Benchmark - Serviço ao Cliente
- 2000
A qualidade do serviço de entrega de bens de consumo
da indústria aos varejistas (supermercados): Apresentação
dos principais resultados
Cesar
Lavalle
Introdução
Do ponto
de vista prático e conceitual, o serviço ao cliente representa
componente chave que diferencia a logística moderna da abordagem
tradicional que tratava somente das questões relacionadas a eficiência
operacional. Atualmente, considerar as necessidades dos clientes constitui
ponto de partida para o desenvolvimento de uma estratégia logística
de vanguarda.
Este artigo tem como objetivo demonstrar a evolução do serviço
de distribuição como importante fator de decisão
de compra na cadeia de suprimento de bens de consumo, mais especificamente
no elo entre comércio supermercadista e indústria. A análise
dos resultados inclui o nível de satisfação percebido
pelo comércio, considerando o desempenho da prática de mercado
e das empresas industrias que detêm as melhores práticas,
ao longo do período considerado. Explora também as oportunidades
de diferenciação competitiva em relação as
dimensões do serviço de distribuição física.
Por fim, é feita uma breve avaliação do potencial
de diferenciação geográfica. As análises baseiam-se
em parte dos resultados de pesquisa periódica realizada pelo Centro
de Estudos em Logística - COPPEAD/UFRJ, entre 1994 e 2000.
Análise
Evolutiva dos Resultados
Quanto a Evolução da Importância do Serviço
ao Cliente no Processo de Decisão de Compras
Os resultados apontam para a constatação do quadro de permanente
mudanças no ambiente competitivo na cadeia de suprimento de bens
de consumo. A década de 90 revela o indiscutível crescimento
do serviço de distribuição física como
fator diferenciador de estratégias competitivas vencedoras.
Ao longo destes anos, comprovamos que a cadeia de suprimento de bens de
consumo está experimentando mudanças significativas em termos
de requisitos/necessidades de serviço dos varejistas e de percepção
do desempenho da indústria de bens de consumo. Tanto as expectativas
como as melhores práticas estão em constante mutação
em função do crescimento do nível de competitividade
do setor.
O Gráfico 1 e a Tabela 1¹ apresentam a evolução
no tempo do processo de decisão de compra do comércio, ao
longo das seis fases da pesquisa² . Para fins de análise,
é interessante correlacionarmos os resultados de pesquisa obtidos
com o desempenho econômico do país ao longo do período
considerado.
Tabela
1 - Evolução da Importância das Variáveis
e Marketing na Decisão de Compra do Comércio; Mercados:
São Paulo e Rio de Janeiro
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Gráfico
1 - Evolução da Importância das Variáveis
de Marketing na Decisão de Compra do Comércio; Mercados:
São Paulo e Rio de Janeiro
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Informações
Gerais
A pesquisa
Benchmark Serviço ao Cliente, conduzida periodicamente
desde 1994 pelo Centro de Estudos em Logística, tem contado
com o patrocínio de empresas industriais, líderes
em seus respectivos setores de atuação. O escopo de
pesquisa considera cerca de 600 entrevistas, efetuadas em cinco
capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba,
Belo Horizonte e Recife), e quatro categorias de produtos: alimentos
perecíveis, alimentos não perecíveis, papel,
e higiene e limpeza.
A
metodologia avalia 9 dimensões (operacionalizadas através
de seus respectivos atributos de serviço de distribuição):
Disponibilidade de Produto, Tempo de Ciclo do Pedido, Consistência
do Prazo de Entrega, Frequência de Entrega, Flexibilidade
do Sistema de Entrega, Sistema de Remediação de Falhas,
Sistema de Informação de Apoio, Apoio na Entrega Física
e Apoio Pós-Entrega.
Empresas interessadas em participar da edição 2001,
favor entrar em contato com o Centro de Estudos em Logística-COPPEAD/UFRJ
para obter maiores informações (Fernanda - 021 2598-9812)
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Empresas
Patrocinadoras
Gessy Lever
Perdigão
Sadia
Santher
Melhoramentos
Klabin
Coca-Cola
União
J. Macêdo
Bombril
Santista Alimentos
Ceval
Nestlé
Johnson&Johnson
Corn Products
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Durante
o período de rápido crescimento econômico do país,
entre 1994 e 1997, em razão da estabilização da moeda
e da abertura do mercado interno às importações,
foram observadas mudanças substanciais com relação
a importância relativa das quatro variáveis de decisão
de compra dos varejistas. A queda dos lucros financeiros redirecionaram
as atenções da alta administração das empresas
em busca por rentabilidade operacional. Surgiu, então, uma nova
perspetiva gerencial que direcionou as iniciativas por melhorias de produtividade
além as fronteiras das empresas com o objetivo de reduzir os estoques
de produtos ao longo da cadeia de suprimento.
Esse período foi caracterizado por duas mudanças drásticas
no processo de decisão de compra dos varejistas: o preço
deixou de ser a principal variável, cedendo o lugar para o produto;
o serviço ao cliente foi aquela que mais ganhou em importância.
Do ponto de vista estratégico, a questão mais expressiva
foi verificar que o processo de distribuição física
fora elevado a um novo patamar de importância para as relações
entre o comércio e a indústria de bens de consumo. A variável
serviço ao cliente ganhou em importância no processo
de decisão de compras do comércio, passando de 14,4% em
1994 para 18,7% em 1997, implicando crescimento de aproximadamente de
30% !!
Entre 1994 e 1997, observa-se que o preço perdeu cerca de
20% em importância, enquanto o produto aumentou em 7% e a promoção
e propaganda em cerca de 6%. Ou seja, a importância relativa
do preço caiu de 38,5% para 30,9%, enquanto o produto cresceu
de 30,8% para 33,0% e a promoção e propaganda de
16,4% para 17,8%.
É importante ressaltar que a perda de importância relativa
do preço indica que esta variável está deixando
de ser diferenciadora para se tornar uma variável qualificadora
do processo de decisão de compra por parte do comércio.
Ou seja, preço é fator básico de competitividade
para se manter no mercado, sendo o serviço ao cliente uma
oportunidade para atrair e manter o cliente. Ao perceber que o serviço
ao cliente pode ter impacto significativo no custo de aquisição
de produtos (preço do produto mais custos de processamento de pedidos,
manutenção de estoque, etc.), o comércio tem valorizado
a logística, de forma crescente, em seu processo de decisão
de compra.
Os anos entre 1998 e 2000 foram marcados pelo fraco desempenho da economia
até 1999 e uma aparente recuperação na virada do
milênio, ao considerarmos as previsões para 2002. O Gráfico
1 e a Tabela 1 apresentam uma dinâmica de mudanças que apontam
para o que pode estar por vir nos próximos anos. Após a
forte queda do preço em contrapartida ao crescimento do
produto como a principal variável de decisão de compra
dos varejistas ocorrida em 1995, observa-se uma trajetória convergente
destas variáveis ao longo do período considerado. Produto
e preço apresentam uma tendência de se manterem num
mesmo nível de importância, em patamar um pouco acima de
30%, consolidando como as variáveis básicas de decisão
de compra.
Por outro lado, observa-se que a importância do serviço
ao cliente, após queda em 1998 e 1999, indica estar mudando
para um patamar superior. As previsões indicam que o serviço
ao cliente deve superar o nível de importância de 20%
em 2002. A valorização do o serviço ao cliente,
entre 1994 e 2002, chega a incrível marca de 44% !!!!. A promoção
e propaganda, em contrapartida, apresenta uma sensível tendência
de estabilização de importância relativa, ao longo
do período pesquisado, entre 1994 e 2002.
Em suma, ao comparar a importância relativa das quatro variáveis
de decisão de compra do comércio, entre 1994 e 2002, fica
evidente que as negociações que inicialmente se centravam
fortemente no produto e no preço, passaram a considerar,
de forma crescente, o serviço ao cliente.
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fica evidente que as negociações que inicialmente se
centravam fortemente no produto e no preço, passaram
a considerar, de forma crescente, o serviço ao cliente.
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Quanto ao Percentual de Clientes Insatisfeitos com o Desempenho
da Indústria
A Tabela 2 e Tabela 3, obtidas a partir dos resultados da pesquisa em
São Paulo e Rio de Janeiro, apresentam o percentual de varejistas
insatisfeitos com seus fornecedores em três das principais dimensões
do serviço de distribuição física. A Tabela
1 refere-se à insatisfação com os fornecedores de
desempenho equivalente à média do mercado, enquanto a Tabela
2 apresenta o percentual de varejistas insatisfeitos com seus melhores
fornecedores.
Tabela
2 - Evolução do Percentual de Clientes Insatisfeitos
com a Prática de Mercado versus Dimensões do Serviço
de Distribuição Física: Mercados de São
Paulo e Rio de Janeiro
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Tabela
3 - Evolução do Percentual de Clientes Insatisfeitos
com a Melhor Prática versus Dimensões do Serviço
de Distribuição Física: Mercados de São
Paulo e Rio de Janeiro
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Via
de regra, os resultados indicam que os varejistas diferenciam seus melhores
fornecedores daqueles com o desempenho médio da indústria,
mesmo considerando que os percentuais de insatisfeitos ainda se encontram
em níveis muito elevados. Com relação a prática
de mercado, é interessante observar a diminuição
de varejistas insatisfeitos a partir de 1998. Com a exceção
do tempo de ciclo do pedido, as melhores práticas apresentaram
um aumento de insatisfeitos no mesmo período.
É importante verificar que neste mesmo período os varejistas
ficaram cada vez mais exigentes com o desempenho da indústria.
No caso da dimensão Disponibilidade de Produto, se em 1994
era aceitável entregar, em média, 87% dos pedidos confirmados
(refere-se ao percentual entregue do total pedido, ou seja, o quanto,
em média, é entregue de um pedido padrão), em 2000
o comércio indica estar insatisfeito com um desempenho médio
da indústria abaixo de 94%. No mesmo período, a tolerância
por atraso (variável da dimensão Consistência do
Prazo), quando este ocorre, caiu de 3,8 dias para 2,2 dias. Em termos
de Tempo de Ciclo do Pedido, a tolerância foi reduzida, em
média, de 4,2 dias em 1994, para 3,4 dias.
As análises indicam que, em razão dos altos níveis
de insatisfação, apesar da consistência do prazo
de entrega (ver Tabela 4) ser considerada mais importante que o tempo
de ciclo do pedido, as indústrias persistem não tratar
desta questão de maneira adequada. Ou seja, os resultados de pesquisa
indicam que os varejistas preferem um fornecedor com tempo de ciclo maior,
mas que atrase pouco, do que outro fornecedor que promete um tempo menor,
mas que atrasa com freqüência. Isto se explica pelo fato de
que para compensar os atrasos, os varejistas necessitam de estoques de
segurança maiores (implicando maiores custos) para evitar a falta
de produto em estoque.
Tabela
4 - Evolução do Ranking das Dimensões que Compõem
o Serviço de Distribuição Física: Mercados
de São Paulo e Rio de Janeiro.
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A tabela 4 revela algumas informações interessantes, quanto
ao estágio de sofisticação do processo de distribuição
física entre indústria e varejistas (supermercados). Ao
analisar o "pacote" de serviço, observa-se que as quatro
dimensões mais importantes estão relacionadas à missão
básica da logística, ou seja, entregar o produto certo,
no local certo e no momento acertado. Por outro lado, verifica-se que
as dimensões Flexibilidade e Sistema de Informação
de Apoio são percebidas como de pouca importância pelo
comércio varejista, apesar destas serem reconhecidas como dimensões
que caracterizam sistemas logísticos avançados. Ou seja,
a Tabela 4 confirma evidências de que a cadeia de suprimento de
bens de consumo ainda apresenta muito espaço para melhorias. Este
constatação deve ser vista como uma oportunidade para as
empresas interessadas em diferenciarem da concorrência.
Como mensagem final, é importante ressaltar que a relevância
deste esforço de monitoramento do ambiente competitivo reside em
revelar informações de mercado pertinentes que possam alimentar
o processo de planejamento das empresas, bem como subsidiar mudanças
de rumo que se façam necessárias. A idéia fundamental
desta pesquisa é contribuir para que o posicionamento das empresas
seja aderente às reais necessidades de seus clientes.
¹Com o objetivo de manter a compatibilidade dos
dados, a análise que segue só considera São Paulo
e Rio de Janeiro, pois estes são os únicos mercados que
foram objetos de pesquisa durante as seis etapas da mesma, entre 1994
e 2000. Os mercados de Recife, Curitiba e Belo Horizonte foram adicionados
na segunda, terceira e quarta fase da pesquisa, respectivamente.
²Solicitou-se aos entrevistados que distribuíssem 100 pontos
entre as quatro variáveis de decisão de compra consideradas
(produto, preço, serviço ao cliente, promoção
e propaganda). Uma maior pontuação indica maior relevância.
Análise das oportunidades de diferenciação competitiva
Nesta sessão estão relacionados, de forma sumarizada, as
melhores oportunidades³ de ganho de competitividade através
do aperfeiçoamento do processo de distribuição física.
Esta análise é feita tomando como base tanto as empresas
com desempenho equivalente a prática de mercado, quanto
aquelas que se destacam por apresentarem as melhores práticas.
Gráfico
2 - Importância X Insatisfação dos varejistas
com as dimensões de serviço ao cliente.
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Quanto a Segmentação Considerando as Dimensões
de Serviço ao Cliente
O Gráfico 2 apresenta duas matrizes 2 X 2 com as dimensões
de serviço ao cliente alocadas aos quadrantes segundo o nível
de importância e o percentual de clientes insatisfeitos. As matrizes
2 X 2 resultantes possibilitam visualizar as principais oportunidades
de melhoria do serviço de distribuição física.
Ou seja, a idéia é identificar as dimensões mais
importantes com o maior número de insatisfeitos. Nesse sentido,
o quadrante superior direito aponta para as prováveis candidatas
para o estabelecimento de programas de melhorias que serão mais
valorizados do ponto de vista do varejista. Observa-se, portanto, que
as dimensões Consistência do Prazo de Entrega e Sistema
de Remediação de Falhas deveriam ser vistas como as
melhores oportunidades para alavancar a competitividade das empresas do
setor, tanto para as empresas com desempenho equivalente a prática
de mercado, quanto àquelas que se destacam por representarem
as melhores práticas. Ou seja, reduzir atrasos e remediar
as falhas de forma satisfatória consistem na maneira mais efetiva
de fidelizar os clientes insatisfeitos.
Quanto a Segmentação Geográfica
É
interessante observar que, a partir de uma análise segmentada,
o nível de insatisfação com o serviço de distribuição
física das indústrias varia substancialmente em função
da região geográfica. A tabela 5 indica que o Rio de Janeiro
e Curitiba se destacam, nesta ordem, como os mercados mais satisfeitos
com o desempenho das indústrias, enquanto São Paulo revela
ser o mercado mais insatisfeito.

Tabela 5 - Insatisfação dos varejistas nas diferentes
regiões (ano 2000)
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Verifica-se,
portanto, que existem oportunidades claras de posicionamento diferenciado
com relação a localização dos clientes.
³A classificação das melhores oportunidades
de diferenciação foi obtida através da multiplicação
da importância normalizada de cada dimensão do serviço
de distribuição física pelo percentual de clientes
insatisfeitos, doravante chamado de indicador de insatisfação.
Conclusão
Em suma, os resultados de pesquisa indicam que o mercado está em
constantes mudanças e sugerem que uma estratégia de serviço
só tem relevância se esta estiver fundamentada a partir do
ponto de vista do cliente. No entanto, manter relevância para o
cliente pressupõe que as empresas que pretendam se destacar da
concorrência tenham um sistema de monitoramento contínuo
do mercado. É através do monitoramento contínuo das
necessidades e do desempenho percebido pelos varejistas que as empresas
industrias podem promover revisões periódicas dos níveis
de serviços praticados com o objetivo de assegurar relevância
da estratégia de serviço vigente.
É importante verificar que a efetividade do serviço de distribuição,
em termos de contribuição aos resultados do negócio,
está relacionada à capacidade de, em primeiro lugar, conhecer
as diferenças entre os diversos segmentos de clientes para, em
seguida, determinar ações específicas àqueles
segmentos rentáveis. Oferecer serviço padrão a toda
a base de clientes leva, via de regra, a situações indesejáveis
onde clientes sensíveis a preço podem estar recebendo níveis
de serviço além de suas expectativas; ou mesmo clientes
exigentes, dispostos a pagar preço premium, podem estar
insatisfeitos por receber um serviço aquém de suas necessidades.
Este artigo procurou demonstrar que o comércio supermercadista,
nos últimos anos, tem aumentado o valor percebido do serviço
de distribuição física oferecido pelas indústrias
de bens de consumo, tendo em vista alcançar um maior nível
de competitividade frente a concorrência. Em última análise,
verificou-se que o serviço ao cliente tornou-se fator chave de
sucesso no desenvolvimento de estratégias logísticas vencedoras.
Bibliografia
LA LONDE, B.J.; COOPER, M.C.; NOORDEWIER, T.G.: Customer service: a management
perspective. Oak Brook, Ill., Council of Logistics Management, 1988.
Lambert, D.M.; HARRINGTON, T.C. Establishing customer service strategies
within the marketing mix: more emperical evidence. Journal of Bussines
Logistics, 10(2), p. 44-60, 1989.
FLEURY, P.F., LAVALLE, C.R. Avaliação do serviço
de distribuição física: a relação entre
a indústria de bens de consumo e o comércio atacadista e
varejista. Gestão e Produção, vol. 4, nº 2,
agosto 1997.
BOWERSOX, D.J.; CLOSS, D.J. Logística Empresarial: o processo de
integração da cadeia de suprimento. Editora Atlas, 2001.
Pesquisa
desenvolvida pelo Centro de Estudos em Logística do COPPEAD - Universidade
Federal do Rio de Janeiro. Os dados desta pesquisa são utilizados
para geração de informações para as indústrias
e para a comunidade acadêmica, através da elaboração
de artigos para congressos nacionais e internacionais. Publicações
podem ser encontradas na home page: www.cel.coppead.ufrj.br.
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